domingo, outubro 22, 2006

Minha Loucura 025

Semeio

Se Meio

Sou meio assim
Meio deusa, semi deusa.
Meio mulher, semi mulher.
Meio humana, semi humana
Meio ser, semi ser.

Minha semi deusa
dá espaço a minha meio mulher

Minha semi mulher
abre alas para minha meio humana

Minha semi humana
dá passagem a minha meio ser.

Minha semi ser
é o meu meio de ser
eu
Cleu
Cleusa

sexta-feira, outubro 20, 2006

Minha Loucura 024


Eu gosto deste texto, talvez porque daqui a alguns anos eu estarei cincoentona, rs.
A exuberante diferença da Mulher “Tome a mesma mulher aos 20 e depois aos 50 anos”. Num segundo momento ela será umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível do que no primeiro.
Ela perde o frescor juvenil, é verdade. Mas também o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si mesma, de um homem. Não sustenta mais aquele ar ingênuo, uma característica sexy da mulher de 20. Só que é compensado por outros atributos encantadores de que se reveste a mulher depois do 50. Como se conhece melhor, ela é muito mais autêntica, centrada, certeira no trato consigo mesma e com seu homem.
Depois dos 50, a mulher tem uma relação mais saudável com o próprio corpo e com o seu cheiro cíclico. Não briga mais com nada disso. Na verdade, ela quer brigar o menos possível. Está interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorando o que for feio e baixo-astral. Quer é ser feliz. Se o seu homem não gostar do jeito que ela é, que vá procurar outra. Ela só quer quem a mereça.
Depois dos 50, a mulher sabe se vestir. Domina a arte de valorizar os pontos fortes e disfarçar o que não interessa mostrar. Sabe escolher sapatos, tecidos e decotes, maquiagem e corte de cabelo. Mas, sobretudo, gosta do melhor de si mesma. E tem gestos mais delicados e elegantes. Depois dos 50, ela carrega um olhar muito mais matador quando interessa matar. E finge indiferença com mais competência quando interessa repelir. Ela não é mais bobinha. Não fica menos inconstante. Mulher que é mulher, se pudesse, não vestiria duas vezes a mesma roupa, nem acordaria dois dias seguidos com o mesmo humor.
Mas, depois dos 50, ela já sabe lidar com este aspecto peculiar da condição feminina. E poupa (exceto quando não quer) o seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a atingem e a quem mais estivesse por perto, irremediavelmente. Aos 20, a mulher tem espinhas.
Depois dos 50, tem pintas. Encantadoras pintas... que só sabem mesmo onde terminam, uns poucos e sortudos escolhidos. Sim, aos 20, a mulher é escolhida. Depois dos 50, é ela quem escolhe. Não veste mais calcinhas que não lhe favorecem. Só usa lingeries com altíssimo poder de fogo. Também aprende a se perfumar na dose certa, com a fragrância exata.
A mulher depois dos 50, mais do que aos 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome. Depois dos 50, ela é mais natural, sábia e serena. Menos ansiosa, menos estabanada. Até seus dentes parecem mais claros. Seus lábios, mais reluzentes. Sua saliva, mais potável. E o brilho da pele não é o da oleosidade dos 20 anos, mas pura luminosidade. Aos 20 anos, ela rói unha. Depois dos 50, constrói para si mãos plásticas e perfeitas. Ainda desenvolve um toque ao mesmo tempo firme e suave. Ocorre algo parecido com os pés, que atingem uma exatidão estética insuperável. Acontece também alguma coisa com os cílios, o desenho das sobrancelhas. O jeito de olhar fica mais glamuroso, mais sexualmente arguto.
Depois dos 50, quando ousa no quer que seja, a mulher costuma acertar em cheio. No jogo com os homens, já aprendeu a atuar no contra-ataque. Quando dá o bote, é pra liquidar a fatura. Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado. Mostra sua força na hora certa e de modo sutil. Não para exibir poder, mas para resolver tudo a seu favor, antes de chegar o ponto de precisar exibí-lo.Consegue o que pretende sem confrontos inúteis.
Sabiamente, goza de prerrogativas da condição feminina sem engolir sapos supostamente decorrentes do fato de ser mulher. Se você, mulher, anda preocupada porque não tem mais 20 anos, ou porque ainda não tem, mas percebeu que eles não vão durar para sempre, fique tranqüila. É precisamente, a partir dos 50, que o jogo começa a ficar bom!
Texto: Adriano Silva, 31 anos, diretor da Redação da Revista Superinteressante.

domingo, outubro 15, 2006







~ Tem vezes...
Por vezes meu coração pára.
Estranhamente por teimosia,continuo viva
Há outra batida, outro bater,um debater.
Talvez o que me dê a vida.
Meu coração sem pedir permissão, simplesmente pára.
E,lentamente cria asas, agita-se, quer sair de dentro do peito.
Não consegue seu intento, mas não se rende.
Não satisfeito toma minha alma, brinca com ela feito menino.
Bate cara, esconde-esconde,faz um reboliço.
Pobre alma!
Não se cansa este danado.
E eu fico aqui imóvel a observar.
Nada posso fazer.
Tem vezes meu coraçãopára de bater.
Escorrega para os meus olhos
e vem me ver!

- Cleusa Bechelani -
CleVenus
(uma humilde seguidora de Kwan Yin)
Carlinha minha linda amiga,

Que seus olhos se tornem mais brilhantes do que sempre,de alegria e de contentamento,e seu sorriso, tão lindo e cativante,ecoe em gargalhadas de felicidade, pelo Amor de Jesus em seu coração.


Que seu coração sempre se enterneçapor saber o valor da Amizade e do Amor...
Que em seu corpo vibre a saúde,a energia, a vida...que o Pai lhes deu.
E que sua alma fique iluminadacom as bençãos do SENHOR!
PARABÉNS!
beijos amorosos
ClêVenus
(uma humilde seguidora de Kwan Yin)